quinta-feira, 29 de julho de 2010

TEORIA CÓSMICA DA GRACELONGÊNESE.

Teoria da origem e do crescimento do universo pelo processo de gracelons.


Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.

ancelmoluizgraceli@hotmail.com

Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.


1 - Processo de produção continuada e alimentada constantemente por espaço denso que transforma em energia, matéria, elementos e astros. Fazendo com que o universo esteja constantemente em produção.

2- Gracelon é o processo de produção continuada e alimentada constantemente.

3- É o centro cósmico onde a matéria é produzida. Num universo sem forma definida.

4- É a camada de energia que envolve um astro com alcance e densidade que varia conforme a produção de energia do astro.

E que forma um sistema entre os gracelons [ no caso aqui é a faixa graceli], e que possibilita o acompanhamento cósmico dos secundário aos primários.

Os gracelons que formam é a faixa graceli produz o acompanhamento, o seguimento do sentido da rotação do primário, o anelamento [ fase de anéis], e a esferificação pela compressão do espaço denso e compressão da atmosfera. E o centro eclíptico graceliano [ que produz o movimento de lateralidade].

Este gracelon tem alcance variável à produção de energia. Enquanto que da terra é de alguns milhares de quilômetros. O do sol chega a uma e meia unidade astronômica [próxima a marte].


Teoria da causalidade.

A quantidade de matéria está em crescimento, logo há uma produção constante de matéria e energia no universo. E enquanto umas são estruturadas e servem na produção de novos astros e galáxias, outras estão em desintegração.

O espaço não é um vazio absoluto, ele tem densidade. Prova disto é a propagação do som, da luz. E quando há um estrondo por bombas produz-se um vácuo momentâneo naquele espaço.

O espaço denso difere do éter. Pois o éter seria um elemento que encheria o espaço. Já o espaço denso é o próprio espaço com densidade.


Teoria do achatamento cósmico.

A faixa graceli magnética cósmica produz o achatamento do cosmo, das galáxias, dos sistemas de estrelas, sistemas de planetas e sistemas de satélites.

A fase dos anéis.

E da o formato de achatamento nos astros após passar pela fase de anéis.

Ao sair desta faixa inicia o processo de desatachamento e desacompanhamento, e inicia as irregularidades e os movimentos retrógrados.

E a faixa graceli compressiva produz a esferificação.







Teoria cósmica da gracelongênese.

1 - Processo de produção continuada e alimentada constantemente por espaço denso que transforma em energia, matéria, elementos e astros. Fazendo com que o universo esteja constantemente em produção.

2- Gracelon é o processo de produção continuada e alimentada constantemente.

3- É o centro cósmico onde a matéria é produzida. Num universo sem forma definida.

4- É a camada de energia que envolve um astro com alcance e densidade que varia conforme a produção de energia do astro.

E que forma um sistema entre os gracelons [ no caso aqui é a faixa graceli], e que possibilita o acompanhamento cósmico dos secundário aos primários.

Os gracelons que formam é a faixa graceli produz o acompanhamento, o seguimento do sentido da rotação do primário, o anelamento [ fase de anéis], e a esferificação pela compressão do espaço denso e compressão da atmosfera. E o centro eclíptico graceliano [ que produz o movimento de lateralidade].

Este gracelon tem alcance variável à produção de energia. Enquanto que da terra é de alguns milhares de quilômetros. O do sol chega a uma e meia unidade astronômica [próxima a marte].


Teoria da causalidade.

A quantidade de matéria está em crescimento, logo há uma produção constante de matéria e energia no universo. E enquanto umas são estruturadas e servem na produção de novos astros e galáxias, outras estão em desintegração.

O espaço não é um vazio absoluto, ele tem densidade. Prova disto é a propagação do som, da luz. E quando há um estrondo por bombas produz-se um vácuo momentâneo naquele espaço.

O espaço denso difere do éter. Pois o éter seria um elemento que encheria o espaço. Já o espaço denso é o próprio espaço com densidade.


Teoria do achatamento cósmico.

A faixa graceli magnética cósmica produz o achatamento do cosmo, das galáxias, dos sistemas de estrelas, sistemas de planetas e sistemas de satélites.

A fase dos anéis.

E da o formato de achatamento nos astros após passar pela fase de anéis.

Ao sair desta faixa inicia o processo de desatachamento e desacompanhamento, e inicia as irregularidades e os movimentos retrógrados.

E a faixa graceli compressiva produz a esferificação.


Assim, a teoria da gracelongênese explica o processo de achatamento e dasachatamento do cosmo.


A recessão [afastamento] e o decréscimo da recessão do cosmo.

Explica as fases em que passam as galáxias, astros, radiação, energia, faixa graceli, matéria e elementos químicos.


Teoria da fluxonalidade de achatamento e desachatamento do cosmo, galáxias, sistemas estelares, e planetários e de satélites.

Ou seja, o cosmo não é fixo.

Universo pré-maturo – de espaço denso e gases.

Universo chato [ plano – pelo efeito magnético da faixa graceli] jovem.

Universo redondo – meia idade – em recessão [ afastamento].

Universo velho – redondo astros sem alinhamento, com pouca dinâmica e sem luz [ ai será encontrada o restante da matéria escura que está faltando no universo, e que se comprova através da pesquisa.


A energia produz o magnetismo. E dentro dos astros e nas galáxias há um anel de densidade maior do que nas extremidades em relação aos pólos.


Teoria da causalidade primária da origem do universo.


Elemento primordial e primário – é o espaço denso.
Processamento – forma causal é o processamento chamado gracelon.

Fornalha – gracelon - onde os elementos passam por um estágio de processamento para se tornar em matéria e energia.


Energia e matéria produzidas pelo elemento primário que é o espaço denso e através do gracelon que é o processamento de espaço denso em matéria.


Assim, se tem a gênese continuada pelo processamento de gracelon.


O formatamento e desformatamento [ achatamento e desachatamento ocorre pelo magnetismo da faixa graceli e gracelons.


Por este caminho fica inviável a conservação de energia – pois ela se desintegra e nasce num processo continuado [ que intitulei processo gracelon].


Neste sistema de universo não inicio nem fim, so um sistema continuado de origem de matéria pelos gracelons, e desintegração de matéria pelo processamento de energia.


Não há um universo com formatos definidos, eles variam conforme o estagio em que se encontram, uns sendo em formato de disco, outros sem formato.

Porem, o espaço não é curvo é sem forma definida.

E o tempo não varia, pois o tempo não existe como coisa em si. Este universo não acontece num espaço e tempo,

Mas sim, acontece num processamento de gracelons, num espaço sem referenciais, e num estágio cosmológico de cada universo.



Explicações possíveis pela teoria da gracelongênese.

Explica a recessão [afastamento cósmico]. Que ocorre pela perca da impulsão inicial da radiação pelo sistema primário que produziu a galáxia, estrela ou planeta.
Pela desintegração de energia dos próprios sistemas, galáxias, astros.


Fundamenta o acompanhamento e desacompanhamento cósmico.

O achatamento em disco e o desachatamento com o afastamento.

O seguimento do sentido da rotação do primário.

A esferificação dos astros.

O paradóxido de Olbers [ por que há luz onde deviria haver escuridão.

A abundância dos elementos leves na natureza e no espaço. [Pois um universo infinitamente velho, os elementos em sua maioria deveriam ser pesados]. Pois isto ocorre por causa do processo continuado e alimentado constantemente. E que elementos pesados podem produzir elementos leves – ver teoria da energeticidade e energeticuns [na internet [teorias graceliana]].

As irregularidades das órbitas.

O que se encontra na ação primeira não pé a gravidade, mas o espaço denso que passa pelo processamento dos gracelons, para se tornar matéria, energia, magnetismo, faixa graceli e os gracelons [1] [2] [3] [4].



Teoria astronômica e física da variabilidade de graceli.


Fundamenta-se em relação ao próprio fenômeno e não em relação à referenciais.

O balanço astronômico, os fluxos e suas variações, as mudanças das elipses e inclinações, variações para movimentos retrógrados, e outros fenômenos.


Universo de mudança eterna.

Assim, o universo é uma constante e infinita produção, desintegração, estruturação. Sempre iniciando e reiniciando. Enquanto ele se desintegra num ponto do espaço, ele se reinicia em outros pontos do espaço.

Logo, isto rompe com a conservação de energia.

A teoria cósmica da gracelongênese não se fundamenta na gravidade, espaço curvo, tempo variável, grande explosão. Mas sim, em espaço denso, energia e gracelons.

Com um universo de processo de achatamento e desachatamento, alinhamento e desalinhamento, elipsidade e deselipsidade.

Por isto que é estruturante e segue fluxos de avanços e voltas.

Com isto os gracelons como agentes e formas de processos são o agente principal do desenvolvimento e processamento do cosmo.

Com isto estamos num universo muito velho, em trilhões de anos do que imaginamos hoje.

Junto com a variabilidade há também a fluxonalidade [ver [na internet] teoria do universo fluxonário estruturante, e os fluxos em que passa os cometas quando entram na faixa graceli].

Teoria da elipsidade, da inclinacidade e da retrogracidade.

Ou seja, o universo e o movimento do cosmo é uma mudança constante, e as inclinações, as elipses, e os movimentos retrógrados estão sempre em mudanças. Aumentando e diminuindo, indo e retornando, seguindo fluxos e avanços progressivos.

Com isto, como existe nos sistemas planetários, satélicos, estelares também ocorre nos sistemas galácticos e cósmicos.

Com universos que passam por fases e formas, como também por estágios químicos e de processamentos de energia.


Sobre o formato do cosmo.

O universo não é achatado, mas a disposição em que passa uma fase dos astros que o compõe forma um sistema na forma de disco. E que ao ficar velho vão ser dispersos, formando um sistema arredondado.


Um universo de gases é jovem.
Um universo chato é de idade mediana.
Um universo com galáxias espalhadas e movimento lento é infinitamente velho.

Assim, não é o espaço que é chato ou que expande, e isto não ocorre pela gravidade ou grandes explosões, mas sim pela energia e faixa graceli e gracelons que produz o deslocamento da matéria e o formato em que os sistemas passam.

Assim, o espaço não tem forma, não é chato e nem curvo.

Assim, o universo que defendo e fundamento em minhas teorias é o universo de energia, materialidade e mudanças constante, renovações e desintegrações. E não conservações de energia.

O espaço não tem fim [ limite]. E a matéria termina e outras surgem do espaço denso que passa pelos processos dos gracelons.

O tempo não existe como coisa em si.


Por este caminho graceliano se encontra se encontra as origens, causas, feitos, unidades, homogeneidade, previsibilidade, e um a relação, universalidade e unidade.

E também a forma das galáxias, o acompanhamento, e a distribuição e abundância dos elementos leves em todo o cosmo. Ou seja, um universo infinitamente velho consegue ter a grande quantidade de elementos leves. Ver teoria dos energeticuns na internet.

Por que há a mesma radiação cósmica em todas as partes do universo.

E a fundamentação da matéria escura ainda não encontrada. Pois um universo muito velho não produzirá temperatura e luz. Mas poderá ser detectado por sistemas de radiação cósmica.


Gracelongênese.

1-Processo continuado.
2=Processo continuado e alimentado constantemente por espaço denso.
3-É o processamento que ocorre no centro das galáxias e aglomerados.



Os agentes e os limites do universo são determinados pelos gracelons, energia, e matéria. E não por um falso espaço curvo e pelo tempo [um tempo que não existe como coisa em si].


Teoria cósmica da alimentação.

Na teoria cósmica de processos continuados, em que os gracelons [fornalha cósmica na produção da matéria, energia e elementos, e que processam o espaço denso para produzir matéria, energia e elementos químicos].

Este processo recebe continuadamente fases adiantadas de processamento de espaço denso. E com este material em adiantado estagio físico e químico alimenta os gracelons [ processamento e núcleo de galáxias e aglomerados].

Ou seja, no cosmo há um processo de alimentação continuada, e um processo continuado de produção de matéria, energia, elementos e astros.

Por isto que há um crescimento na quantidade dos astros, elementos e galáxias no espaço.

E que passa por dois processos –

O primário que é pelos gracelons como foi visto acima.

O secundário – que é pelo processo de desintegração e reintegração [ver teoria do universo fluxonário estruturante – na internet].


Assim, há um processo de alimentação continuada para haver o crescimento de matéria, energia e astros do cosmo.

Este processo de alimentação e continuação também ocorre no sistema atômico, onde há a alimentação de energia e ínfimas partículas e fótons de radiação para que o sistema atômico na produção dos elementos tenha um processo de continuidade, para que haja transformação de elementos leves em pesados e pesados em leves.

Ou seja, se em todo processo há perca de energia e matéria, logo para que o processo se mantenha e não diminua tem que haver um processo de alimentação continuado.


E isto possibilita que num universo infinitamente velho tenha mais elementos leves do que pesados.

Observação. Numa teoria de estágio cósmico estamos num universo jovem, mesmo já sendo muito velho.

Pois, nos quatro estágios de universo somos jovens.

1-Pois, há os primários e iniciais – só de gases.

2-Os jovens – gases leves em abundancia, pesados, galáxias e astros esferificados, em forma de disco para dispersos. Poucos movimentos retrógrados.

3-Os medianos e maduros – dispersos e com pouca energia e luz no cosmo. Muitos movimentos retrógrados. Lentos. Elementos leves e pesados.

4-Os finais – muito lentos, dispersos, movimentos retrógrados, sem forma, sem luz, calor, temperatura muito baixa, estágio final de desintegração. Elementos pesados em abundância.

Assim, mesmo estando num universo muito velho [trilhões de anos mais do que imaginamos hoje, este universo que estamos ainda é jovem].

Continuando –

Os próprios gracelons são alimentados para processar novas matérias para suprir o cosmo de novos elementos, energia, luz, temperatura, radiação, galáxias, estrelas, e gracelons, dinâmicas, formas e cores.



Conclusão. Cosmofísica de gracelons.

ORIGEM DE UNIVERSO CONTINUADO.

Ele se reabastece e se renova o todo o momento. Pois, o material que ele expele para formar as galáxias e esferas são renováveis, ele adquire do espaço denso, que vai se transformar em energia e matéria. Pois, o sistema de gracelons [ fornalha e processamento] no núcleo das galáxias transforma espaço denso em energia e energia em matéria.

Como é visto aqui há três estágios básicos e fundamentais da natureza.

O primeiro e primário que é o espaço denso.
O segundo a energia.
E o terceiro a matéria, que é um estado menos energético e mais sólido da energia e espaço denso.

Espaço denso = energia = matéria.



Assim, há vários universos e todos em estágios diferentes.


E cada universo tem uma continuação no seu processo de origem, que ocorre pelo sistema de gracelons [ transformação de espaço denso em energia, e de energia em matéria, astros e galáxias].

E seguem um fluxo estruturante [ de primários para secundários – ver teoria do universo fluxonário].



TEORIA DO UNIVERSO EM CRESCIMENTO pelo processo de gracelongênese..

Isto prova que o universo está em crescimento [não em relação à expansão, mas em relação ao crescimento de energia, matéria, novas galáxias, novos astros, novos universos].

Pois, o processo de produção e transformação na produção de energia, matéria pelos gracelons é maior do que o sistema de desintegração.

Pois, mesmo havendo a desintegração com o material desintegrado acontece a reintegração formando novos astros menores [secundários e terciários]. [ver teoria do universo fluxonário].

Logo, a quantidade de matéria, astros, energia, galáxias e astros são crescentes. E isto se confirma com a grande quantidade de matéria, astros, galáxias que vemos no espaço.

E a quantidade de planetas, satélites são muito maior do que a de estrelas.

E há universos apagados [ sem luz e sem temperatura] lentos e com seus astros dispersos [sem ser em forma de discos]. Em estágio de latência.

E em estágio de origem em outros pontos do espaço.

Isto rompe com a conservação de energia. Mas, os fatos e a observação devem prevalecer.


Cosmofísica três.

Nascimento continuado, alimentação continuada, desintegração e reintegração continuada [ fluxos]..



Assim, os gracelons que formam o cento dos aglomerados produzem constantemente galáxias e estrelas, e mais próximo dos gracelons ocorre uma maior velocidade de recessão [ afastamento do primário], mas também é pequeno se comparado com a velocidade de translação e de rotação.


Como o sistema solar ou planetário, o secundário tem uma grande velocidade de translação que consegue percorrer milhões de quilômetros por ano, enquanto que a velocidade de recessão apenas alguns metros [ ou centímetros] por ano.

Isto parece pouco, mas é o que determina o distanciamento progressivo entre os astros e galáxias.

E isto também ocorre com as galáxias.



TEORIA DO NASCIMENTO, MORTE E FLUXO CONTINUADO POR GRACELONS.


O núcleo dos aglomerados em seu estagio primário absorve espaço denso e o transformam em energia, e depois em matéria, elementos, radiação, galáxias e astros.


Ou seja, os gracelons das galáxias e aglomerados absorvem constantemente espaço denso que se transforma em energia, plasma e matéria mais densificada e com forma variada e indefinida.


Conclusão dois.

Há três tipos [categorias] de gracelons.

Primário – o de aglomerados e galáxias – em plasma e com grandes variações de formas, onde a matéria é processada e originada.

Secundário – é o próprio sistema de processamento que transforma espaço denso em energia, [plasma] e matéria.

Terciário – [faixa graceli] sistema de energia no espaço com alcance e intensidade decrescente e proporcional a energia produzida pelo astro ou sistemas de astros. E que produz o achatamento, seguimento de sentido de movimento, elipsidade, e acompanhamento do astro e sistema de astros no espaço afora. E produz a órbita do astro quando dentro da faixa graceli.

Sendo que o que produz o achatamento da órbita e formato é o magnetismo do primário.

E o que produz seguimento do sentido da translação do secundário é o sentido da rotação do primário. [A translação do secundário é um prolongamento da rotação do primário].

E o que produz o afastamento [movimento de recessão] é a impulsão da radiação do primário.

A elipse também depende dos fenômenos e energia da faixa graceli.

O acompanhamento espaço afora é que a faixa graceli forma um sistema de energia, e que faz com que os secundários enquanto dentro da faixa graceli, ou ainda sob a ação que lhe foi imposta passam a agir sobre os secundários. Por isto que há o acompanhamento.

Mas ao sair da faixa graceli e da influência da faixa o astro passa a desenvolver a sua própria órbita. Ficando mais lento progressivamente conforme desintegra a sua energia, passa a aumentar a sua inclinação e elipse, e a desenvolver um movimento retrógrado em relação a outros astros [isto se confirma nos exosplanetas].



ASSIM,

1-Para um universo de origem constante continuada, este universo não teve origem no tempo e na matéria. Ou seja, ele é infinito e sem limites.

2-Para um cosmo de vários universos em fases e estágios, este universo não tem origem no tempo e nem no espaço.

3-Para um universo de origem fluxonária e estruturante, este universo não tem origem no tempo, no espaço, na matéria. E sim no processamento e nos fluxos que ocorre a partir do espaço denso, e que produz a estruturação, formatamento e desformatamento do universo.

ASSIM, TEMOS COSMO DE ORIGEM CONSTANTE E CONTINUADA.

EM VÁRIOS ESTÁGIOS E FASES.

E QUE SEGUEM FLUXOS ESTRUTURANTES [DE DESINTEGRAÇÃO E REINTEGRAÇÃO, FORMATAMENTO E DESFORMATAMENTO].


Assim, pode-se encontrar universos em vários estágios e fases.

1-Iniciais – em forma de gases.

2-Jovens – em esferas, gases e em formato orbital em discos. Formato de sistemas onde uns acompanham os outros. Onde estamos.

3-Maduros – esferas sem luz e temperatura, dispersos, lentos.

4 Fase final – muito lentos, quase parados, dispersos e sem formato de órbitas. Sem luz e temperatura. Isto responde pela matéria escura tanto procura.


Com isto.
1-Com isto temos um cosmo de vários universos.

2-De origem continuada e alimentada por espaço denso.
3-Fluxos estruturantes e desintegrantes.
4-Universo de processamento e transformação da energia, da matéria, de elementos, astros e galáxias.

5-E a base não é o espaço e nem o tempo, mas os gracelons, energia e o processamento.

Estes cinco pilares formam a base do cosmo.


Pois, segue uma origem continuada e alimentada, onde os gracelons modifica o espaço denso em energia, matéria, plasma e elementos.


Assim, os núcleos das estrelas não apagam repentinamente por estarem sendo abastecidos constantemente, produzindo um universo crescente em quantidade de energia, matéria e novos elementos.

Confirma-se que o núcleo atômico no sistema atômico de produção de energia também é abastecido por energia que vem de fora.


Assim, a física, a química, cosmologia de graceli não trabalha a dureza da matéria, ou a indeterminação quântica, mas a invariabilidade da energia e o seu processamento. Não é um universo fixo e de estruturas, mas variável e de produção de energia e crescimento cósmico com seus fluxos.

A física de graceli é a física da energeticidade, unidade, universalidade, variabilidade do próprio fenômeno.

E a química é a química que se unifica com a física. E física, química, astronomia e cosmologia tornam-se uma só coisa [unicidade graceliana].

Os gracelons, espaço denso e energia são os agentes principais.

E toda a química, física, cosmologia e astronomia se unificam por energia.
Todos os fenômenos de alguma forma são variáveis e desenvolvem fluxos.

Um átomo não é uma partícula, mas um sistema em e de produção de energia [ver teoria dos energeticuns]. Ou seja, a química é física e a física é a química.

O mesmo acontece com as partículas, a luz, astros, galáxias e o cosmo.

É um cosmo em que o determinante não é a estrutura, a forma, a massa, a pseudo curvatura do espaço, a gravidade, ma a energia que produz o astro e a sua dinâmica e órbita. O mesmo vale para os sistemas de galáxias, e o sistema atômico.


O vazio é maior do que o cheio. E o cheio é produzido pela energia.

Onde os elementos são produzidos por processamento de energia, onde elementos leves são transformados em pesados e pesados são transformados em leves [ver teoria dos energeticuns de graceli – na internet].

Isto explica porque quando um elétron pula de uma camada para outra expele um fóton de luz.

Onde a energia produz o magnetismo, e o magnetismo produz os anéis dos astros, com o material da atmosfera e da radiação expelida pelo astro.

Os secundários são produzidos pelo material dos anéis, e pela ação dos gracelons e faixa graceli. Isto é provado pelos anéis e pelo achatamento equatorial dos secundários.


Assim a física de graceli não é a física de estruturas, mas de energia, não é em relação a referenciais e à observadores.

Mas sim, de processamento em que as estruturas não passam de pacotes de sistemas de produção de energia, em que a física e a química é uma só coisa.

E isto faz com que os elementos, átomos, astros, e o cosmo venham a existir.

E abre uma nova perspectiva na ciência. A estruturalidade, variabilidade, fluxonalidade, unicidade e energeticidade.

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